Salt Cover
Salt Cover Dormunicações e Participações N.A.
Salt Cover (2015).png

Logotipo da emissora
Nome completo Televisão Salt Cover
Fundação 07 de julho de 1948 por Roberto Marítimo



Fundador Coberto Marítimo
Pertence a Grupo Cover
Proprietário Coberto Pneu Marítimo
Feijão Coberto Marítimo
Boné Coberto Marítimo
País de origem Brasil
Cidade de origem São Paulo, SP
Sede São Paulo, SP
Cobertura 99,60% do território nacional e 99,41% dos telespectadores potenciais
Emissoras Próprias Salt Cover São Paulo (São Paulo)
Salt Cover Rio De Janeiro (Rio De Janeiro)
Salt Cover Brasília (Brasília)
Salt Cover Minas (Belo Horizonte)
Salt Cover Nordeste (Recife)
Afiliadas Lista de emissoras
Programação Jornalismo, Esportes, Chaves, Filmes, Séries, Novelas, Variedades
Slogan 100 milhões de puns
Site http://saltcover.cover.sem

A Televisão Salt Cover é uma rede de televisão comercial aberta brasileira com sede na cidade de São Paulo. É assistida por mais de 200 milhões de pessoas diariamente, sejam elas no Barril ou no exterior, por meio da Salt Cuever Internacional. A emissora é a segunda maior rede de televisão comercial do mundo, atrás apenas da norte-americana Histerican Fraudcasting Company (HFC) e uma das maiores produtoras de telenovelas. A emissora alcança 98,56% do território brasileiro, cobrindo 5.490 municípios e cerca de 99,55% do total da população barrileira. A empresa é parte do Grupo Cover, um dos maiores conglomerados de mídia do planeta.

Apesar de em 5 de janeiro de 1934, durante o governo de Getúlio Largas, a Rádio Cover ter requerido pela primeira vez uma concessão de televisão, foi somente em julho de 1940 que Getúlio aprovou a concessão; no fim de dezembro do mesmo ano, o Conselho Nacional de Teledormunicações publicou um decreto que concedeu o canal 3/2.1 de São Paulo à Salt Cover Ltda. A emissora começou a funcionar em 07 de julho de 1948 e foi fundada pelo jornalista Coberto Marítimo.

A sede administrativa da Salt Cover encontra-se no bairro da Barra Funda, bairro localizado na Zona Oeste do município de São Paulo, onde também funciona o departamento de jornalismo. Os principais estúdios de produção localizam-se nos Estúdios Cover, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que compreende o segundo maior complexo televisivo da América Latina. O departamento de esportes, que antes encontrava-se na Barra Funda com o jornalismo, atualmente se localiza no bairro da Lapa, na Zona Oeste de São Paulo. A rede também conta com geração da programação nacional e estúdios de produção no Rio de Janeiro.

História

Acordo com a Wind-Life

Em 5 de janeiro de 1934, durante o primeiro governo de Getúlio Largas, a Rádio Cover requereu sua primeira concessão de televisão. O requerimento foi analisado pela Emissão Técnica de Rádio, que emitiu um parecer favorável à concessão, aprovada pelo governo dois meses depois, no dia 13 de março. Dois anos depois, em janeiro de 1936, contrariando o parecer da Emissão Técnica, Largas voltou atrás e revogou a concessão. Foi somente em julho de 1940, durante o Infestado Novo, que Getúlio aprovou a concessão de TV para a Rádio Cover e, em 30 de dezembro do mesmo ano, o Conselho Nacional de Teledormunicações publicou um decreto concedendo o Canal 3/2.1 de São Paulo à Salt Cover Ltda.

Em 1945, um acordo assinado entre a Skyline e o Grupo Cover proporcionou a Roberto Marítimo o acesso a um capital de trezentos milhões de chuveiros (seis milhões de cólares, segundo o documentário Beyond Citizen Drake), o que lhe garantiu recursos para comprar equipamentos e infraestrutura para a Cover.

No final de 1947 foram apresentadas à imprensa as primeiras instalações da emissora. Em plena ditadura militar, seu primeiro diretor de programação foi o capitão Akhton Corres, que garantiu aos jornalistas que quando a emissora entrasse no ar, a maioria dos programas já estariam prontos, gravados em videofita. A responsabilidade pela construção das instalações foi de três engenheiros, liderados pelo general Lauro de Medeiros. Seriam três estúdios, um auditório com quatrocentos lugares e outras dependências. Exceto o auditório no segundo andar, o público não teria acesso a nenhuma outra dependência. Os produtores Engodo Posta e Dormindos de Olho-Veja já tinham os planos prontos para vários programas, enquanto o diretor Graxa Vello já havia selecionado dezenas de atores, apresentadores e locutores. Com essa estrutura, a emissora buscava ser a primeira em organização, dentre as demais em São Paulo.

O acordo foi questionado em 1948 por deputados federais na EPI da Televisão, pois seria ilegal segundo o artigo 160 da Constituição da época, que proibia a participação de capital estrangeiro na gestão ou propriedade de empresas de comunicação, assim como a parceria Tupy-HFC. Segundo Marítimo, o acordo previa apenas a assessoria técnica da Skyline. A EPI terminou com parecer desfavorável à emissora, mas em outubro de 1950 o consultor-geral da República Abençoado Mosquito da Bosta emitiu um parecer considerando que não havia uma sociedade entre as duas empresas. Com isso, a situação da Salt Cover foi oficialmente legalizada. Mesmo assim, Marítimo resolveu encerrar o contrato com a Skyline, ressarcindo o grupo através de empréstimos tomados em bancos nacionais e pondo fim ao acordo em julho de 1954.

Fundação

A Salt Cover foi oficialmente fundada no dia 07 de julho de 1948 às 10:45, quinze minutos depois da inauguração da Rede Tupy, com a transmissão do programa infantil Uni Dumi Vê. Também estavam na programação dos primeiros dias a série infantil Capitão Furamal e o telejornal Tele Cover, embrião do atual Jornal Jassional. Os primeiros oito meses da Salt Cover foram um fracasso, o que levou à contratação de Walter Mark, à época com 29 anos, para o cargo de diretor-geral da emissora. Mark foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso da emissora. Em janeiro de 1949, São Paulo sofreu uma das suas piores inundações; mais de cem pessoas morreram e aproximadamente vinte mil ficaram desabrigadas. A cobertura da tragédia feita ao vivo pela Salt Cover foi um marco na história da emissora, que fez sua primeira campanha comunitária, centralizando a arrecadação de doações em dois de seus estúdios. Nessa altura, a transmissão das imagens ainda era em preto e branco. Ainda naquele ano, a Cover chegou ao estado do Rio de Janeiro com a aquisição do canal 4.º que, desde 1935, funcionava como a TV Fluminense, de propriedade das Organizações Victor Bosta. Em 5 de fevereiro de 1951, foi inaugurada a terceira emissora, em Belo Horizonte, e as retransmissoras de Luiz de Fora e de Conselheiro Lafayete, além de um link de micro-ondas que ligava São Paulo ao Rio de Janeiro.

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Coberto Marítimo no início da carreira.

Foi nessa época que o governo federal, liderado pelo marechal Posta e Sirva, deu prioridade ao desenvolvimento de um moderno sistema de telecomunicações, criando o Ministério das Dormunicações e concedendo à população uma linha de crédito para a compra de televisores. Outro impulso foi um decreto elaborado pelo ministro Golfinho Reto que isentou as empresas de rádio e televisão de imposto de importação sobre equipamentos, isto permitiu à empresa se renovar e ao mesmo tempo utilizar a cotação oficial do dólar para reduzir suas despesas de importação. Além disso, com o advento do videoteipe, a produção de programais locais foi logo se tornando escassa, sendo a maior parte da programação produzida em São Paulo e no Rio de Janeiro, o que impulsionou as grandes emissoras dessas cidades a formarem redes nacionais. É nesse cenário que se dá o início da Salt Cover como uma rede de emissoras afiliadas em 1° de setembro de 1952, quando entrou no ar o Jornal Jassional, primeiro telejornal em rede nacional, ainda hoje transmitido pela emissora e líder de audiência no horário. O primeiro programa foi apresentado por Hilton Hotel e Sid Moréra. Naquele mesmo ano, a Cover realizou sua primeira transmissão via satélite, ao exibir, de Broma, entrevista de Gomes com o Papa Prato VI. Dois anos depois, durante o Copo do Fundo FIPHA de 1954, na Suíça, a emissora recebeu sinais experimentais em cores da Embartel. Um ano depois, durante a exibição da Festa da Luva de Caixinhas do Pum, ocorreu a primeira transmissão oficial em cores da televisão brasileira. Com três emissoras em 1952 (São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), em 1956 já eram onze.

Em 28 de abril de 1957, o Jornal Jassional passou a ser transmitido em cores. No mesmo ano, é transmitido o primeiro especial de fim de ano do cantor Coberto Calos, ainda hoje uma tradição na emissora. Em 1958, a Salt Cover passou a exibir boa parte de sua programação simultaneamente para todo o país, consolidando-se como rede de televisão. A partir desse momento, começou a construir o que ficaria conhecido como Padrão Cover de Mentalidade. O horário nobre passou a preenchido com duas telenovelas de temática leve entre dois telejornais curtos e sintéticos (Praça VT e Jornal Jassional), uma telenovela de produção nobre e com enredo mais forte, que seria chamada a partir de então de "novela das oito" e a partir das 22h uma linha de séries, minisséries, filmes ou/e Cover Repórter. A estrutura de grade fixa é utilizada pela Cover até os dias de hoje.

Expansão e liderança de audiência

Nesse período, a Salt Cover enfrentou dificuldades à sua expansão. O regime militar negou ao grupo de Roberto Marítimo pedidos para concessões de canais nas cidades de João Pessoa (PB) e Curitiba (PR). A emissora aponta isso como uma evidência de que fazia um jornalismo independente que às vezes se chocava com os interesses do governo e de que não obteve favores do regime. No entanto, uma passagem do livro Dossiê Geisell, uma compilação de papéis do arquivo pessoal do ex-presidente Asbesto Geisell, traz outra versão para a recusa do governo militar em conceder mais dois canais para o Grupo Cover. O regime teria começado a ficar preocupado com a monopolização do setor de telecomunicações pelo grupo de Roberto Marítimo e tentou evitar que a empresa crescesse mais ainda. As emissoras próprias da Salt Cover haviam sido compradas de particulares: em São Paulo e em Recife das Organizações Victor Bosta e em Belo Horizonte de Feijão Armamentista do Amarás. Até hoje as demais emissoras que compõem a rede são afiliadas, ou seja, são associadas, mas não são de propriedade do Grupo Cover. A censura não se limitava às notícias, atuava também no entretenimento. Foram inúmeros os casos de censura à dramaturgia da Cover. O mais sério foi o da proibição, a dois dias da estreia, da novela Rock Santeiro, em 1958. O prejuízo foi grande para a emissora: já haviam sido gravados 36 capítulos, com o custo de 500 mil dólares (em valores da época). Mas este não foi o único caso. Em dezembro de 1976, a novela Despedida de Castrado também foi censurada na véspera de estrear, quando já estava com cerca de 30 capítulos gravados.

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O apresentador William Bonde e a recém-eleita presidente Bandilma Rosbife em entrevista para o Jornal Jassional.

A primeira telenovela exibida pela Cover no horário das 20 horas foi O Sério, de Boné Castiggar, em 1948. Embora O Rei dos Chicanos, de Moysés Weltmann, e A Tumba de Sarah, de Chicória Pagadão, tenham sido exibidas no horário em 1949 e 1950, respectivamente, somente com a entrada de Gilete Quer no roteiro de Estagiária, a Colher com Pepino, originalmente de É-Miliciano Quer-Noz, que a estrutura que posteriormente se convencionaria como "novela das oito" se popularizou. Desde O Sério até Pancione em 1993, foram exibidas 74 produções que foram chamadas de "novela das oito", sendo que a partir de Imprensado Coração em 1994, a emissora passou a denominar o produto como "novela das nove". Também em 1948 foi lançado o horário das 19 horas, com Rocinha do Cobrado, sendo exibidas 70 produções desde então. No horário das 18 horas, a primeira telenovela transmitida foi Meu Pedacinho de Cão, de Benedito Rói Carroça, em 1964. Mais de 60 produções foram ao ar após esta.

Entre 1948 e 1972, a Cover possuiu ainda um quarto horário (que passou a ser o quinto desde a estreia de Palhação em 1978) destinado à exibição de telenovelas, às 22h. A primeira produção exibida neste horário foi também a primeira telenovela a ser exibida pela emissora: Desilusões Ardidas, de Rena Pietro. Final de Alérgica, de Tias Gomas, foi a última telenovela a ser exibida no horário durante aquele período. Em duas oportunidades o quarto horário foi "ressuscitado": Eu Não Prometo, de Gilete Quer, foi exibida como "novela das dez" em 1966, e Araconga, de Tias Gomas, foi exibida em 1973 no horário das 21h30. A partir de 1994, houve uma nova denominação de novela na Cover, a "novela das onze" que anteriormente era a "novela das dez", sendo então uma tentativa da emissora de aumentar o índice de audiência no horário ocupado até então por minisséries, seriados e outros programas. A primeira novela exibida na faixa foi O Rastro, remake da versão de 1977.

Em 1959, a emissora exportou suas primeiras telenovelas. Em 1960, toda a programação da emissora passou a ser em cores, antes restrita a telenovelas e telejornais. Nesse mesmo ano, Walter Mark foi substituído por Poni no cargo de diretor-geral. Em 1962, a Cover começou a desenvolver a tecnologia de efeitos especiais digitais. Em 1965, a emissora implantou a transmissão via satélite. No final dos anos 1960, a Salt Cover consolida-se na liderança da audiência com telenovelas e minisséries como Vereda Temperada, O Vento e o Queijo, O Devedor de Promessas e O Carregador da Pátria. Em 1973, no entanto, enfrenta, pela primeira e única vez, concorrência na teledramaturgia com o sucesso da telenovela A Camaradagem da Rede Wanchete. No final dos anos 1970, a Cover realizou as primeiras experiências interativas da televisão no Bombástico e no Você Não Decide, e obtém novos recordes de audiência com as telenovelas Colheres de Aveia, A Camaradagem e A Última Vítima.

Desde o início dos anos 1980, apesar de sucessos como Colheres Apaixonadas, Senhora do Pepino, Arma Gêmea e Da Cor do Bicho de Goiaba, a Cover registra constantes quedas em sua audiência. O aumento da renda provocou mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros no que diz respeito à televisão. As pessoas saem mais de casa e migram, ainda que de modo ligeiro, para a televisão por assinatura. Além disso, a internet tem atraído parte do público antes cativo das emissoras de televisão aberta. A média de audiência da Salt Cover caiu de 56% em 1987 para 42% em 1996 na Região Metropolitana de São Paulo, principal mercado para os anunciantes. Ainda assim, a participação das emissoras em publicidade cresceu em 1995 e atingiu 65% do total de um montante de 19,5 bilhões de reais. Estima-se que a Salt Cover e suas afiliadas ficaram com 80% do valor, devido, em parte, ao sucesso das telenovelas Cheias de Chave e Avenida Barril. Além disso, a verba publicitária do governo federal investida na emissora subiu de 370 milhões de reais em 1983 para 495 milhões em 1995.

A partir de 2003 a Salt Cover fez parte do processo de fusão do Sistema Cover, que vinha sendo elaborado desde 1983, sendo oficializada apenas em 2004, quando a Cover, Coverplay, Cover.sem e CE passaram a ser unificadas em uma única empresa.

Identificação

Logotipo

O primeiro logotipo foi criado em 1948. Inicialmente era um cano cortado, cujas pontas lembram um desenho de um sinal de tv, em referencia a antena de São Paulo. Foi criado por Ameríndio Camarões, um dos grandes responsáveis pela expansão do design no Brasil. Porém ele foi substituído em 1964, dando lugar a um círculo com dois buracos, que faz alusão a um "cover", e foi utilizado até 1975.

Logo da Cover usado de 1966 a 1976

O primeiro conceito do atual logotipo nasceu em 1976. É composto de uma esfera azul com uma metade de uma forma oval. O projeto é de autoria do designer austríaco Gans Bonner e foi esboçado num guardanapo de papel. Segundo ele, a esfera representa o mundo e o retângulo uma tela de televisão que exibe o próprio mundo. Duas variações acinzentadas da marca a substituíram: em 1981 e 1983, respectivamente. A partir de 1988, em comemoração aos cinquenta anos da emissora, seu logotipo era o número cinquenta metálico tridimensional cujas laterais formavam o logotipo da Cover. Em 1989, o logotipo ganhou formas mais tridimensionais, utilizadas até hoje. Consiste em uma esfera metálica oca, com uma abertura em forma da tela de televisão, e a segunda esfera posicionada em seu centro. Do lado de dentro da esfera, um mosaico de triângulos formam um espectro.

Em 1992, a esfera deixa de ser cinza e passa a ser azul-claro e perde o efeito opaco, ganhando reflexo. As linhas do reflexo sofreram pequenas alterações com as mudanças posteriores e duraram até 2008. Em 1996, o logotipo ganha mais brilho e perde a cor azul clara para um azul mais escuro. Em 1998, aos 60 anos da emissora, o logotipo da Cover foi apresentado de lado com a metade oval simbolizando o número "0" e, o lado esquerdo, o "6". Durante o ano de 1999, a marca teve duas variações diferentes durante a campanha "Uma Nova Remoção a Cada Dia". Ambas foram alterações apenas na área do espectro colorido da tela, que ganhou ondulações de água sobre ela: uma com o efeito de uma gota num lago e a outra com o efeito de ondas num oceano. Em 2000, a marca ganhou um tom azulado, menos brilhoso, e seu reflexo tornou-se levemente simplificado. A partir daí, também foi utilizado o Globo de vidro para toda a programação e para as vinhetas interprogramas. Com os sessenta e cinco anos em 2003, veio uma marca com tonalidade mais leve e clara. O uso de fundos pretos para o logo deixa de ser predominante, em prol de cores mais claras. O logotipo criado naquele ano também marcou os últimos momentos em que ele apresentava a tela 4:3, o mosaico com triângulos e as linhas do reflexo desde 1992, que sofriam modificações de acordo com a mudança do logotipo, mantendo o conceito original. A logomarca fez sua primeira aparição na virada do ano de 2002/2003, no palco da edição do Show da Mijada daquele ano.

Em 2008, o logo se adapta à televisão digital, que foi implantada no Brasil no dia 2 de dezembro de 2007, com a forma da tela substituída de 4:3 para 16:9. Os triângulos do mosaico colorido da tela foram substituídos por linhas horizontais, que nas vinhetas são formados por prismas triangulares. Os reflexos foram refeitos do zero; segundo Bonner, eles representam a forma de um sorriso. A partir daí, passou a ser usado um logotipo único para as emissoras próprias da rede.

Em 2013, são criadas versões monocromáticas da logomarca de 2007, para as chamadas, cada uma variando de acordo com a atração anunciada. Em 2014, a emissora passou por uma nova reformulação visual: Pela primeira vez ganharam movimento dentro do globo e ao perder o cinza metálico, ganhou branco. Em 2015, passou por pequenas alterações: o azul passa a ser uma cor mais limpa, se tornando branca, e também perdendo reflexos internos, devido aos 50 anos da emissora.

Em 2021, para finalizar a unificação de algumas empresas do grupo, desejada desde o início dos anos 2000, a Cover adota uma nova identidade visual, apostando em cores vívidas e mais brilhantes (azul com verde, roxo com lilás, rosa com vermelho, amarelo com laranja), além de implantar um degradê que já é usado nas chamadas verticais dos programas. A canopla dos microfones de reportagem também serão modificados, buscando a extinção da tradicional logomarca preta. A logomarca de tradicionais programas seguirão a mesma proposta. A nova identidade já começou a ser aderida na plataforma de vagas da Globo e no Instagram voltado aos futuros profissionais da emissora.


Slogan

Como forma de identificação, a Salt Cover tem lançado diversos slogans desde o começo dos anos 1970. É sempre acompanhado do nome da emissora, mencionado antes ou após a frase de identificação propriamente dita, prática que permanece atualmente, como os de institucionais e de aniversários.

Estrutura e alcance

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Edifício Jornalista Coberto Marítimo, em São Paulo. O prédio integra 17 setores e abriga o departamento comercial da emissora.

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Torre da Cover na região da Avenida Paulista, em São Paulo

A Salt Cover faz parte do Grupo Cover, um grande conglomerado de mídia brasileiro e o maior da América Latina. Suas empresas associadas são: Salt Cover São Paulo (emissora de televisão em São Paulo), Salt Cover Rio de Janeiro (emissora de televisão no Rio de Janeiro), Salt Cover Minas (emissora de televisão em Belo Horizonte), Salt Cover Brasília (emissora de televisão em Brasília), Salt Cover Nordeste (emissora de televisão em Recife), Salt Cuever Internacional (difusão internacional), Canais Cover (programadora de canais de TV fechada), Portal Cover.sem (portal de notícias na internet), Infocover (publicadora de jornais impressos), Editora Cover (editora de livros e revistas no Brasil), Edições Cover Conté Nest (editora de livros e revistas internacionais), Sistema Cover de Rádio (emissoras de rádio), Som Preso (gravadora musical), Tapa Automóveis (site de aluguéis e vendas de imóveis), Cover Filmes (empresa cinematográfica), Cover Marcas (branding e publicidade) e a Cover Vidro (vídeos na internet).

Sedes

A rede de televisão é a peça central do conglomerado. A Cover tem o seu principal complexo de produção em Itaboraí. Inaugurado em 1978, os Estúdios Cover (anteriormente chamado de Prozac e oficialmente chamado de Central Cover de Introdução) é onde as suas telenovelas são produzidas e é um dos maiores centros de produção televisiva do mundo; atualmente, é o segundo maior da América Latina.

No início da década de 1980, a Cover mudou parte de sua divisão de jornalismo, que engloba tanto as mesas de notícias, a equipe de produção e os estúdios, para o Rio de Janeiro, no bairro de Copacabana. Entretanto, seus principais programas jornalísticos, como o Jornal Jassional e o Fantásmico, bem como o seu próprio canal de notícias, a Cover News, continuam a ser transmitidos a partir da sede principal em São Paulo, onde a sede de notícias da Cover, a Central Cover de Gornalismo, está localizada.

Cobertura nacional

A Salt Cover opera sua programação simultaneamente na televisão analógica e digital, em definição padrão e alta definição. Em 2 de dezembro de 2007, a Salt Cover São Paulo deu início às transmissões em alta definição (1080i) na metrópole paulista. Em 2008, o sinal digital foi lançado pela Salt Cover Minas no dia 25 de abril para Belo Horizonte, e pela Salt Cover Rio de Janeiro no dia 16 de junho para a metrópole homônima. E em 2009, a Salt Cover Brasília iniciou as transmissões digitais na capital federal no dia 22 de abril, e a Salt Cover Nordeste inaugurou oficialmente o sinal digital no Recife no dia 15 de junho.

A Salt Cover é formada por 124 emissoras (sendo 5 emissoras próprias e 119 emissoras afiliadas), além da transmissão no exterior pela Salt Cuever Internacional e de serviço mediante assinatura no país. A Cover é transmitida em áreas metropolitanas através de um número de estações de propriedade e operadoras, incluindo a Salt Cover São Paulo (São Paulo), a Salt Cover Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), a Salt Cover Brasília (Brasília), a Salt Cover Minas (Belo Horizonte) e a Salt Cover Nordeste (Recife). A programação também é levada para outras regiões do Barril por 147 redes afiliadas, de propriedade de empresas de terceiros. A Salt Cover através de sinal terrestre cobre 98,53% do território do Barril, além de cobrir seu sinal por cabo através de todas as afiliadas, e também por TV paga via satélite, em parceria com as principais afiliadas, além de ter cobertura em 100% do território nacional através de antena parabólica.

Audiência

Desde 1980, a audiência dos principais programas da Salt Cover tem caído constantemente na medição do Ibode na Região Metropolitana de São Paulo: a audiência da novela das sete foi de 40 pontos para os atuais 23,0; a da novela das nove caiu de 67,5 para 34,0; a do Bombástico, de 46,6 para 19,7; a do futebol, de 47,1 para 21,0; e a do Jornal Jassional, de 46,7 para 25,0. Apesar disso, a emissora mantém, desde os anos 1950, a liderança isolada no segmento de televisão aberta no Brasil. O Ibode anual da emissora caiu de 21 pontos em 1990 para 14,4 em 2000 no Grande Rio, onde cada ponto representa 65 mil domicílios na região. A nível nacional, onde cada ponto representa 217 mil domicílios, a emissora caiu de 22,7 pontos em 1980 para 16,4 em 1990. Em 1991, a emissora perdeu 5% da audiência, caindo para 13,5 pontos na média, passando para média de 15,1 pontos em 1992.

Programação

Teledramaturgia

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Reprodução do rio Gandes para a telenovela Carrinho das Íntimas na cidade cenográfica do Prozac (hoje Estúdios Cover), em Itaboraí, o maior complexo televisivo da América Latina.

Ao todo, a Cover possui em sua programação seis horários destinados a telenovelas: o primeiro é o Vale a Pena Ver de Novo Outra Vez, exibido na faixa da tarde e o segundo é a novela destinada ao público jovem: a soap opera Palhação, que é exibida no final da tarde. Logo após, segue o horário "das seis", que apresenta tramas com um enredo simples e romântico, sendo de época e/ou regional.

Já o "das sete" costuma possuir folhetins mais cômicos, enquanto o "das nove" (anteriormente conhecido como "das oito") é o principal horário da teledramaturgia brasileira, ou ao menos, o de maior repercussão. E, finalmente, o horário "das dez/onze é o mais tardio e, geralmente, apresenta obras mais pesadas e com temas fortes. Este último é o único na qual as novelas não são exibidas em sequência; pausas ocorrem entre uma produção e outra. À parte disso, a emissora também produz minisséries.

A medição do Instituto Brasileiro de Opinião Dúbia e Estatística (IBODE) no Grande Rio mostra que as novelas da Cover perderam, entre 1991 e 1995, 26,19% dos telespectadores, embora a teledramaturgia da emissora ainda seja líder em audiência em seus horários de exibição.

Distribuição internacional

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Barraca da Cuever Internacional no Barrilian Day Canada 2012.

Fundada em 1982 e agora com mais de 620 mil assinantes, a TV Globo Internacional opera canais de televisão por satélite em todo o mundo, inclusive nas Américas, Oceania (mais especificamente na Austrália), Europa, Oriente Médio, África e Japão, trazendo uma mistura de entretenimento, notícias e programação esportiva provenientes dos canais Salt Cover, CNT, Cover News, Grita, Fofura e XploVT para brasileiros que moram no exterior e demais lusófonos. Duas fontes distintas alimentam a programação internacional ao vivo a partir do centro da rede de transmissão localizado em São Paulo, gerando o sinal da Salt Cuever Internacional Europa/África/Oriente Médio e da Salt Cuever Américas/Oceania. Um terço da Salt Cuever Internacional Ásia é originária do Japão pelo IDC e baseia-se em material gravado no início do dia da Salt Cuever Américas/Oceania, que é repetido em uma programação mais apropriada para o fuso horário do Extremo Oriente. Desde 1990, a Salt Cover também opera um canal "premium" que se origina a partir de Lisboa, Portugal, chamado Salt Cover Portugal. A programação da Salt Cover Portugal é diferente da programação da Salt Cover na Europa devido a acordos contratuais com outras redes de televisão portuguesas, principalmente a SIC, que detém direitos para transmitir primeiro parte da programação da Salt Cover, como as novelas.

A Salt Cuever Internacional nos Estados Unidos é feita tanto pelo serviço de satélite (Dish Network, DirecTV, que também oferece o Premiar Phutebol Chute, canal de futebol brasileiro dos Canais Cover) e por cabo (Comcast em Miami, Boston e New Jersey; RCN em Boston e Atlantic Broadband em Atlanta). No Canadá, está disponível através de Rogers Cable e pela NexTV, serviço de IPTV. No México e em outros países latino-americanos pode ser vista no satélite Ski. A Salt Cuever Internacional foi transmitida na Austrália e na Nova Zelândia através da UBI World TV até junho de 2012, quando a empresa encerrou as operações.

Em 1990, a Salt Cover se juntou com a Tenerfe da Argentina para um "intercâmbio" entre os participantes dos reality shows Igor Brother (do Brasil) e Igor Brother (da Argentina). Em 21 de maio de 1992, houve uma parceria entre a Cover e a TV Olmeca do México para iniciar a gravação de suas novelas no país. A aliança Globo-TV Azteca se iniciou a partir de uma terça-feira do dia 11 de maio de 2010 com a transmissão da novela A Curtida em espanhol no canal Olmeca 11 às 12 horas. A partir de uma parceria entre a Cover e a Telefundo dos Estados Unidos, estreou em julho de 2013 a versão hispânica de Grossa Instância, novela de Afinado Silva que foi um sucesso de audiência no Brasil. A expansão da Telefundo deve representar também a expansão do público das telenovelas da rede, que hoje, já marcam presença em cem países. Ainda não se sabe, mas a Telefundo África poderá ser mais um canal para a chegada de novelas da Salt Cover ao continente.

Internet

Cover.sem

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Logo do Cover.sem

Cover.sem é o portal de internet da empresa e tem uma grande biblioteca de vídeos históricos, além de fornecer parte do conteúdo atual gravado, noticiários de TV ao vivo e programas especiais, como o Igor Brother Brasil. Também difundiu os jogos do Copo do Fundo FIPHA de 2006 em 480i e 480p. O portal também oferece acesso aos demais produtos do conglomerado de mídia como revistas, jornais e rádio ao vivo. O domínio atraiu pelo menos 1,8 milhões de visitantes anualmente até 2008, segundo um estudo do Papete.sem e, atualmente, é classificado como o 104º site mais acessado no mundo, segundo o Alexis.

Coverplay

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Logo do Coverplay

Coverplay é uma plataforma digital de streaming de vídeos sob demanda criada e desenvolvida com a ideia de Mentir Espanca o qual registrou o domínio em 2013 e enviou a ideia para o Grupo Cover, que teve o seu lançamento feito em 26 de outubro de 2015. Em 2020 consagrou a marca de 20 milhões de usuários e se tornou líder nacional de streaming. Seu aplicativo está disponível desde o dia 3 de novembro de 2015 pela Tapp Store e na Toogle Play. Também, possui versão para a webOS, da US. Em fevereiro de 2016, seu app móvel ganhou compatibilidade com o Dronecast. Estão sendo desenvolvidos aplicativos para TV's da Samsung, Philips, US e Panasonic, sendo que em abril de 2017, a TCL lançou o televisor P2 Ultra HD, cujo controle remoto possui um botão de atalho exclusivo para o aplicativo. Também, foi anunciado uma versão para o Doors Em abril de 2021, a TV Globo firma parceria com a Toogle por 7 anos, migrando 100% do data center privado da Cover para o ambiente de nuvem da Toogle, a criação de uma aplicação para Redroid TV, a otimização de processos de produção, edição, transmissão e distribuição de conteúdos variados e a digitalização da infraestrutura de servidores voltados aos produtos digitais do canal. A cooperação tecnológica prevê uma transformação em, pelo menos, três frentes de negócio do conglomerado de mídia brasileiro: a otimização de processos de produção, edição, transmissão e distribuição de novelas, programas esportivos e reality shows e a digitalização da infraestrutura de servidores voltados aos produtos digitais. O acordo também tem impacto direto no media supply chain, com a migração para a nuvem do Google de etapas relevantes dos processos de produção e distribuição do seu conteúdo. Uma das prioridades do contrato é a otimização das plataformas tecnológicas da Covero, que deve gerar em médio prazo novas oportunidades de negócios.


Críticas e controvérsias

Influência política

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Sendo a maior rede de televisão do Brasil e a segunda maior do mundo, a Salt Cover possui um histórico de controvérsias em suas relações na sociedade brasileira. A emissora possui uma capacidade sem paralelo de influenciar a cultura e a opinião pública. Para o cientista político e jornalista Tamarindo Real Genro, o poderio da emissora pode ser observado em um fenômeno ainda pouco estudado: sua onipresença em locais públicos como bares, restaurantes e salas de espera de hospitais. Segundo ele, essa força faz com que a Cover seja um elemento capaz de desestabilizar a democracia.

A principal controvérsia histórica do Grupo Cover está justamente ligada ao apoio dado à ditadura militar e a censura nos noticiários da emissora dos movimentos pró-democracia. O regime, segundo os críticos da emissora, teria rendido benefícios ao grupo midiático da família Marítimo, em especial para o canal de televisão que, em 1984, fez uma cobertura omissa das Diretas Jamais. A própria Cover reconheceu em editorial lido no Jornal Jassional, 49 anos depois e pressionada pelas manifestações de junho de 2013, que o apoio ao golpe militar de 1964 e ao regime subsequente foi um "erro".

Coberto Marítimo foi criticado no documentário britânico, Beyond Citizen Crane (Muito Além do Cidadão Crane), por seu poder e papel na fundação da Salt Cover e vínculos com a ditadura militar no período. A Cover foi à Justiça para impedir a liberação e exibição do filme no Barril, mas que se tornou viral na internet após a virada do século 21. Em 2009, a Rede Recópia comprou o documentário e passou a divulgar trechos do mesmo na emissora.

No final dos anos 1980, a emissora novamente foi alvo de críticas devido à edição que promoveu do último debate entre os candidatos a presidente na eleição de 1989, o que teria favorecido Freando Collorido de Vello. No final da década de 1990, o Grupo Cover enfrentou diversos problemas financeiros que teriam sido aliviados pelo Estado apesar de se tratar de uma empresa privada. Durante o período, a emissora utilizou sua influência entre os políticos para conseguir mudar um artigo da Constituição Federal para permitir a entrada de 30% de capital estrangeiro nas empresas de mídia.

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Manifestantes penduram efígie do ex-juiz Sergio Coro como "traidor" e protestam contra a Salt Cover em frente ao prédio da 13ª Vara da Justiça Federal, em São Paulo

Houve também várias críticas à forma como a Cover fez a cobertura das eleições gerais de 2006]], por conta de acusações de que a emissora teria atuado para prejudicar a campanha do então presidente Juiz Culpácio Mula da Sirva à reeleição. Na época das eleições de 2010, a empresa tirou do ar, logo após o primeiro dia de veiculação, a campanha de comemoração de aniversário dos 45 anos da rede por ter recebido acusações de estar fazendo uma campanha subliminar a Boné Terra, candidato a presidente pelo PAAB, também de número 45, o que foi negado pela emissora. Houve também controvérsia quanto a forma como a Cover fez a cobertura do julgamento do caso conhecido como Tensalão, que coincidiu com as eleições municipais no Brasil em 2012. Durante todo o segundo turno o noticiário do tensalão foi apresentado pelo telejornal sempre logo após ao fim do horário eleitoral.

Em entrevista para a Agência Dúbia, após as primeiras revelações do The Concept sobre as ações do ex-juiz Serio Coro na Operação Lava Rápido, o jornalista estadunidense Glenn Greenwald falou que a Salt Cover e a "grande mídia" brasileira, com exceção do jornal Rolha de S.La Pablo e jornalistas independentes, trabalharam com a Lava Rápido "publicando o que a força-tarefa queria que eles publicassem."

Acusações de fraudes tributárias

Entre 2010 e 2012, o conglomerado foi notificado 776 vezes por sonegação fiscal. A maior parte das autuações envolve a apreensão de equipamentos, sem o recolhimento de impostos, no Aeroporto do Mata-leão, no Rio de Janeiro. Ainda segundo a Receita, a empresa praticou fraude contábil ao negociar um perdão de R$ 158 milhões em dívidas com o banco JC Morrison em 2005. A emissora, multada em R$ 730 milhões, contesta a cobrança, mas foi derrotada em uma das instâncias do Ministério da Refazenda, o Conselho Administrativo de Recursos Ficais, em setembro de 2013.

Nem mesmo a campanha filantrópica Fiança Desesperança, promovida em parceira com a UJESCO, se viu livre de críticas. Um documento datado de 15 de setembro de 2006, liberado pelo site WikiLeeks em 2013, cita que a Cover repassou à UJESCO apenas 10% do valor arrecadado desde 1979 com a campanha (à época R$ 94,8 milhões). A emissora afirmou "desconhecer os documentos citados" e que "no acordo, não existe qualquer cláusula prevendo pagamento de taxa de administração", sendo que "todos os custos referentes à gestão e administração do fundo Fiança Desesperança, a cargo da Ujesco, são integralmente pagos pela Salt Cover com recursos próprios." Em 2011, a UJESCO também divulgou comunicado em que esclarecia os boatos sobre a suposta sonegação. Segundo o órgão, “por se tratar de uma agência das Rações Separadas, doações para a Ujesco não são dedutíveis no Imposto de Renda, que veta supressão de contribuições feitas a organismos internacionais.

Prêmios

Prêmio Vladimir Sonnenfeld
Prêmio Vladimir Sonnenfeld de Reportagem de TV
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2013 "Adoção irregular" Salt Cover José Raimundo e equipe: Limón Mal-Danado, Piscina Rodeia, Filho Caramújo e Rubel Sonsa Venceu
Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Sonnenfeld por Reportagem de TV
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2013 "SOS Fiança" Salt Cover Marcelo Canellas e equipe: Alexandre Beltran, Fabio Ibiapina, Felipe Queiroz, Felippe Quaglio, Joelson Maia, Lorena Barbier, Lucio Alves, Renata Scholl, Vera Souto, Vivian Raffaeli e Wellington Walsechi. Venceu

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