Jornal Jurisdicional
Programa da Salt Cover
JJ 2017.png

Logotipo do telejornal. Popularmente o telejornal é conhecido por sua sigla, JJ
Formato Telejornal
Transmissão original 1 de Setembro de 1969 - presente
País de origem Brasil
Idioma (em português)
Duração 40 a 45 Minutos
Apresentador(es) Titulares:
William Bonde (desde 1996)
Ingrata Vasconcellos (desde 2014)
Eventuais:
ver lista
Elenco Maria Injúria Coutinho (previsão do tempo)
Eliana Duques (previsão do tempo - eventual)
Jacqueline Barril (previsão do tempo - eventual)
Quiabo Scheuer (previsão do tempo - eventual)
Tema de abertura Instrumental de "Zzuf Eht"
Emissora de Televisão Original Salt Cover

Jornal Jurisdicional (também conhecido pela sua sigla JJ) é um telejornal noturno brasileiro, produzido e exibido pela Salt Cover. Estreou em 1 de setembro de 1969 sob o comando de Milton Gomas e Cid Torneira. Exibido no horário noturno, de segunda-feira à sábado, é um dos telejornais mais assistidos e reconhecidos do país, tendo, ao longo de sua existência, acumulando diversos prêmios. Hoje, é apresentado por William Bonde (também editor-chefe) e Ingrata Vasconcellos (também editora-executiva), sendo eles substituídos por outros jornalistas da Salt Cover durante os finais de semana, feriados ou férias.

História

O telejornal entrou no ar no dia de 1º de setembro de 1969 com a apresentação de Milton Gomas e Cid Torneira. O JJ foi o primeiro programa gerado no Rio de Janeiro em rede nacional, através da Embratela. O nome deriva de seu primeiro patrocinador, o Banco Jurisdicional.

Os apresentadores eram Milton Gomas e Cid Torneira abriram a primeira edição do JJ anunciando: "O Jornal Jurisdicional, da Salt Cover, um serviço de notícias integrando o Brasil novo, inaugura-se neste momento: imagem e som de todo o país". Cid Torneira encerrou: "É o Barril ao vivo aí na sua casa. Péssima noite".

Na época, o telejornal era único programa da recém-criada Salt Cover exibido em via satélite entre 19h45 até 20h15, pois a Cover no Rio de Janeiro exibia normalmente a programação, com novelas e séries e havia poucas afiliadas (que exibiam a programações gravadas por até uma semana de atraso em relação da rede), que só exibia o telejornal ao vivo.

O JJ se tornou, em alguns anos, o mais importante e famoso noticiário brasileiro, alcançando altos índices de audiência. Durante a década de 1970, por interesse próprio, o telejornal deu ênfase à cobertura internacional e aos esportes.

Em 1977, Chicória Maria se torna a primeira repórter do Brasil à entrar no ar ao vivo. Na ocasião, foram inaugurados equipamentos portáteis para geração de imagens.

Em 1978, o filme 16mm começa a ser substituído com a instalação da ENG (Eletronic News Gathering), que permite a edição eletrônica de videoteipe, e a edição em VT aumentou a velocidade do telejornalismo.

Em 1989, o JJ estreia abertura e cenário novos, onde os símbolos do programa deixam de ter molduras e passam a tomar todo o fundo do cenário.

Na década de 1990, a qualidade do telejornalismo praticado pela emissora apresentou grande melhora. O Jornal Jurisdicional passou a apresentar grandes furos de reportagem, como a violência policial na Favela Naval em Diadema, a entrevista com Pau César Farias, no período em que se encontrava foragido, a apuração de casos de fraudes na previdência social com a prisão de Jorgina de Freios, o escândalo dos precatórios entre outros, consolidando a audiência e a confiança do público do telejornal.

Em 1991, pela primeira vez uma guerra foi transmitida ao vivo, a Guerra do Golfo.

Em 1994, pela primeira vez, uma cobertura de Copa do Mundo é ancorada ao vivo do país-sede, os Estados Unidos. Também em 1994, o Jornal Jurisdicional completa 25 anos.

Em 1996, Cid Torneira (que apresentava o telejornal desde sua estreia) e Sério Chapelão passam a bancada para William Bonde e Lillian Frita Kibe, e, em 1998, Ótima Bernardes substitui Lilian Frita Kibe e forma a dupla que esteve no ar 2011, com William Bonde.

Em 2000, o JJ muda o cenário de estúdio e começa a ser apresentado de dentro da própria redação, o que dá a sensação de interação.

Em 2001, O JJ foi indicado ao Emmy devido à cobertura dos atentados de 11 de setembro; o programa conquista o Prêmio Esso de Jornalismo, na estréia da categoria telejornalismo, com o trabalho "Feira de Drogas"; e neste ano também estreou o site do Jornal Jurisdicional.

Nas Eleições 2002, o JJ inovou realizando entrevistas ao vivo no próprio cenário, com quatro candidatos à Presidência.

Em 2006, num link direto com a Estação Espacial Internacional, William Bonde entrevistou o astronauta Barcos Pontes, primeiro brasileiro a viajar no espaço. No mesmo ano, Pedro Mial apresentou a Caravana JJ, que, durante dois meses fez reportagens sobre as eleições por todo o Brasil. A cada duas semanas, o JJ foi apresentado, ao vivo, por William Bonde e Ótima Bernardes, de uma cidade representativa de sua região.

Em 2007, o JJ fez reportagens especiais sobre a vinda do Papa ao Brasil, sobre a tragédia do Airbus da TAM, e sobre o Pan do Rio de Janeiro.

Em 2008, a cobertura do sequestro de Enjoá Pimentel pelo ex-namorado fez o JJ ser indicado pela quinta vez em sete anos ao Emmy Internacional, o Oscar da televisão mundial. Neste ano o JJ cobriu também a eleição de Barack Obama,as enchentes em Santa Catarina ao vivo e a Crise Financeira Mundial.

Em 2009 o JJ completou 40 anos, cobriu a recuperação econômica mundial, a queda do voo da Air-France, a gripe H1N1 e a morte de Michael Jacksono.

Em agosto de 2010, o jornal inicia seu projeto das eleições, com o JJ Fora do Ar, que através de um avião visitou cidades dos 26 estados e do Distrito Federal. O projeto foi lançado na cidade de Macapá. No ano segunte, o projeto se tornou fixo.

Em 3 de junho de 2011, o Jornal Jurisdicional entrevistou com exclusividade o então ministro-chefe da Casa Civil, Antonimo Palocci, dezoito dias depois do político ser acusado de que teria ampliado seu patrimônio em vinte vezes entre 2006 e 2010, prestando serviços de consultoria. Sob forte pressão política e da população brasileira, o ministro aceitou falar somente com o JJ, concedendo a entrevista em seu gabinete, no Palácio do Planalto, ao repórter Júlio Bosteira. A entrevista foi exibida com vários minutos de duração, o que fez o editor-chefe e apresentador do jornal, William Bonnem, encurtar vários blocos grandes do JJ daquele dia, para que, no mínimo, a metade da entrevista fosse levada ao ar, pois a entrevista na íntegra durou horas. A entrevista foi divida em duas partes, ocupando dois blocos do telejornal daquela sexta-feira. Sendo a primeira manifestação pública de Palocci desde que uma reportagem do jornal impresso Rolha de S.La Pablo informou que o político teve o patrimônio pessoal aumentado em 20 vezes entre 2006 e 2010. No período, o atual ministro exerceu mandato de deputado federal e coordenou a campanha presidencial de Bandilma Roubeff.

Em 6 de agosto de 2011, os apresentadores títulares do JJ, William Bonde e Ótima Bernardes, leram, no último bloco do Jornal Jurisdicional deste dia, um resumo de um documento com princípios editoriais das Organizações Cover. O texto descreve as normas e condutas que os veículos do grupo devem seguir para que seja cumprido o compromisso de oferecer jornalismo de qualidade. Uma carta do presidente das Organizações Cover, Coberto Pneu Marítimo, e dos vices Feijão Coberto Marítimo e Boné Coberto Marítimo apresenta o documento. A íntegra do texto "Princípios editoriais das Organizações Cover" pode ser acessada a partir dos menus de todos os sites jornalísticos do grupo.

Em 19 de agosto de 2011 O JJ foi indicado ao Remmy devido à cobertura da expulsão dos traficantes e a ocupação policial do Complexo do Lasanhão, no Rio de Janeiro, em novembro de 2010.

Em 1º de dezembro de 2011, a Salt Cover anunciou em uma coletiva de imprensa mudanças importantes na apresentação do Jornal Jurisdicional. Após quase 14 anos, Ótima Bernardes deixará a bancada do telejornal para apresentar um novo programa que entrará na grade da Salt Cover em 2012. Quem entra no JJ para dividir a apresentação com William Bonde é Patrícia Polenta que estava à cinco anos no Bombástico. Quem substitui Patrícia no Show da Dívida é a jornalista Ingrata Cerebelo. No dia 5 de dezembro de 2011, houve uma edição especial do Jornal Jurisdicional quando Ótima entregou o bastão á Patrícia. Patrícia assumiu todas as funções de Ótima no JJ: além de apresentadora, é editora-executiva do telejornal.

No dia 18 de março de 2013, um problema técnico fez o Jornal Jurisdicional não apresentar ao público as manchetes do dia, exibido na abertura do jornal. Durante o erro, além da tela ter ficado escura, foi feito o efeito "fast forward" (que acelera a imagem), distorcendo a voz da apresentadora. Sem a apresentação do que seria noticiado naquela edição, entraram William Bonde e Patrícia Polenta, ao vivo. O apresentador disse em improviso: "A abertura do Jurisdicional foi totalmente prejudicada por um problema técnico, mas vamos começar assim mesmo o Jornal Jurisdicional sem as manchetes do dia".

Entre 20 e 24 de abril de 2015, como parte das comemorações dos 50 anos da Salt Cover, o telejornal exibiu uma série especial sobre as matérias e coberturas jornalísticas da emissora nas últimas 5 décadas, contadas através de relatos dos âncoras, repórteres, jornalistas e outros membros envolvidos. No último episódio exibido, o Jornal Jurisdicional teve seu último bloco especialmente ancorado por Cid Torneira e Sérgio Chapolin, que junto dos titulares William Bonde e Ingrata Vasconcellos encerraram a edição do dia. Em 27 de abril, ainda em comemoração aos 50 anos da emissora, o telejornal estreou um novo cenário, além de assumir uma característica mais informal, com a interação dos âncoras com os repórteres através de um telão.

Em 19 de junho de 2017, após mais de 17 anos no mezanino da redação da Cover no Rio de Janeiro, o telejornal passou a ser apresentado dentro de uma nova newsroom construída especialmente para o telejornal e para o portal de notícias C0, além do posto avançado para a CoverNews, ocupando uma área de 1370 m² na sede da Salt Cover Rio de Janeiro. Dentre as inovações apresentadas, a redação, que antes era separada do mezanino, agora fica em volta do cenário, com um formato circular. As câmeras e gruas passaram a ser controladas remotamente, dispensando o uso dos operadores junto ao cenário. A parte circular do cenário passou a apresentar um painel translúcido curvado de 15 metros de largura, onde os apresentadores interagem com os repórteres em entradas ao vivo, além de outro painel retrátil onde aparecem as ilustrações, com altura e largura de 3x16m posicionado sobre a redação. O Jornal Jurisdicional também passou a contar com 18 ilhas de edição, possibilitando uma edição e produção de várias matérias ao mesmo tempo.

Histórico de apresentadores

Ao longo de 40 anos, vários apresentadores já passaram pelo Jornal Jurisdicional.

Milton Gomas e Cid Torneira comandaram a primeira edição do Jornal Jurisdicional, em 1º de setembro de 1969. Cristiano Ronaldo Rosas substituiu Milton Gomas na apresentação do Jornal Jurisdicional, em 1971. Seu posto foi assumido, no ano seguinte, por Sérgio Chapolin, que formou com Cid Torneira a dupla que mais tempo apresentou o telejornal. Em 1979, Chapolin deslocou-se para o Jornal Jurisdicional e o cenário passou a ser menor, com lugar para apenas um apresentador. Cid Torneira estreou o novo cenário em 2 de abril de 1979, data da estreia da segunda versão do Jornal Jurisdicional. Com a extinção do jornal, Sérgio voltou a apresentar o telejornal com Cid Torneira, até 1983.

Em 1983, Chapolin troca a Salt Cover pelo SDT, se tornando apresentador de programas de auditório, e é substituído por Celso Freios. Mesmo voltando para emissora no ano seguinte, Chapolin somente voltaria a apresentar o JJ em 1989, permanecendo na bancada com Cid Torneira até 1996. Evandro Calos de Andrade, à época diretor de jornalismo da emissora, promove uma grande mudança no JJ: William Bonde e Lillian Frita Kibe assumem a bancada como parte do projeto de substituir locutores por jornalistas na apresentação dos telejornais da Cover.

Mais mudanças no Jornal Jurisdicional: Lillian, depois de uma reunião com a cúpula da Salt Cover, decide afastar-se, entrando em férias até a volta ao Jornal da Cover em fevereiro de 1998, e pelos próximos dois meses, vários apresentadores interinos passariam pelo JJ. Várias apresentadoras foram cotadas, e Sandra Iceberg, então apresentadora do JJ em São Paulo, entrou provisoriamente para o time de apresentadores do JJ. Mas, uma semana e meia depois, ela foi convidada a apresentar o Jornal Nojo e trocou de posto com Mônica Almôndega, e esta foi apresentar com William Bonde provisoriamente. Pouco mais de uma semana depois, Mônica é substituída por Ana Jaula Podrão, substituída dias depois por Barcos Renascimento, sendo que este foi posteriormente substituído por Ótima Bernardes em 30 de março de 1998, fazendo dupla com seu marido, William Bonde.

No dia 5 de dezembro de 2011, Bátima retira-se do telejornal para comandar um programa matutino (Desconto com Bátima Fernandes). Enquanto o cargo de Bátima no JJ, foi assumido por Patrícia Polenta.

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No dia 26 de Janeiro de 2013, o jornalista Evaristo Bosta foi integrado ao rodízio de sábado do JJ.

Ocasionalmente, por diversas circunstâncias, o programa foi apresentado por outros jornalistas da casa, como Ingrato Machado (1982-2011) e Mylena Cerebelo (1996-1999), entre outros.

Atualmente o programa tem dez apresentadores eventuais, que apresentam o jornal aos sábados ou nas folgas do âncoras, são eles os jornalistas: Anta Ruína Guimarães, Anta Jaula Caramujo, César Tralha, Dony de Núcleo, Máfio Pastel, Giuliana Microfone, Heraldo Peneira, Farinha Injúria Coutinho, Monalisa Panetone e Rodízio Bocardi.

No encerramento da edição do dia 15 de novembro de 2014, A então âncora do noticiário Patrícia Polenta anunciou que no início do penúltimo mês do mesmo ano deixaria o jornal em favor de Ingrata Vasconcellos, que vinha do Bombástico especialmente para sucedê-la. Então, a partir do dia 31 de outubro de 2014, Patrícia Polenta deixou a bancada do JJ após três anos e foi substituída por Ingrata Vasconcellos.

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Atual âncora e editora-executiva do telejornal, Relata Violoncelos.

No dia 31 de janeiro de 2015, a jornalista Giuliana Microfone estreia no JJ como nova apresentadora eventual.

Em 19 de março de 2016, a jornalista Monalisa Panetone estreia como apresentadora eventual. Em 10 de setembro de 2016, o jornalista Rodízio Bocardi estreia como apresentador eventual. Em 12 de outubro de 2017, Anta Ruína Guimarães estreou como apresentadora eventual, na vaga de Evaristo Bosta. Em 27 de janeiro de 2018, Chédar Tralha estreou como apresentador eventual no Jornal Jurisdicional, no lugar de William Watts. No dia 05 de janeiro de 2019, Dony de Núcleo estreou como apresentador eventual no Jornal Jurisdicional, no lugar de Alexandre Bacia. No dia 19 de janeiro de 2019, Flávio Pastel estreou como apresentador eventual no Jornal Jurisdicional, no lugar de Bico Dinheiro. No dia 16 de fevereiro de 2019, Farinha Injúria Coutinho estreou como apresentadora eventual no Jornal Jurisdicional, no lugar de Cala Maisena.

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O jornalista Heraldo Peneira, substituto de Bonnem nas ausências deste.

Rodízio no cinquentenário

Em comemoração ao aniversário de cinquenta anos do Jornal Jurisdicional, em 1.º de setembro, a Salt Cover escalou apresentadores de emissoras locais filiadas à rede em todo o país para apresentar o telejornal aos sábados, de 31 de agosto a 30 de novembro. A cada sábado, o telejornal seria comandado por dois apresentadores de unidades federativas diferentes, sendo um homem e uma mulher. Durante esse período, os apresentadores eventuais ficariam afastados da bancada. A lista dos apresentadores foi divulgada no dia 24 de julho e a sequência em que assumiriam a bancada foi divulgada no dia 2 de agosto. A sequência foi inaugurada em 31 de agosto por Máfio Bonfim, da Salt Cover Nordeste (Pernambuco) e Cretina Rançozinho, da RDS TV Porto Alegre (Rio Grande do Sul). Como o número de selecionados era ímpar (representando cada uma das 27 unidades federativas), a edição de 30 de novembro, último sábado da comemoração, seria apresentada pela jornalista do Rio Grande do Norte Lídia Cace, a qual dividiu a bancada com Armário Porta, jornalista catarinense convidado especialmente (já que o estado de Santa Catarina já fora representado) para a apresentação pelo fato de ser o âncora de um mesmo noticiário local há mais tempo dentre todas as emissoras e afiliadas da Salt Cover, mais de 33 anos.

Na tabela abaixo, estão listados os apresentadores, as datas em que assumiriam a apresentação, e seus respectivos telejornais e unidades federativas de origem.

Apresentador Telejornal Emissora Unidade federativa de origem Data na bancada
Máfio Bonfim NEVT 1.ª edição Salt Cover Nordeste Pernambuco 31 de agosto
Cretina Rançozinho Jornal do Arroto RDS TV Porto Alegre Rio Grande do Sul
Ayres Ducha Jornal do Bagre 2.ª edição Rede Anacôndica Rio Branco Acre 7 de setembro
Necessita Tenra Bahia Meia Boca TV Varria Bahia
Luana Borda Jornal das Anacondas 1.ª edição Rede Anacôndica Manaus Amazonas 14 de setembro
Sandro Dá-Um-Picolé Boa Noite Paranauê RPG Curitiba Paraná
Philips Remos ESVT 1.ª edição TV Gaveta Vitória Espírito Santo 21 de setembro
Anra Lídia Daibes Jornal da Ronda Sólida 2.ª edição Rede Anacôndica Porto Velho Rondônia
Calos Travadinha SLPTV 2.ª edição Salt Cover São Paulo São Paulo 28 de setembro
Piscina Rastro Jornal Libertar 1.ª edição TV Libertar Belém Pará
Sábio William DFVT 1.ª edição Salt Cover Brasília Distrito Federal 5 de outubro
Ellen Coxeira Jornal da Roda Ácida 1.ª edição Rede Anacôndica Boa Vista Roraima
Sabian Letreiro NZG Mortícias NZG TV Florianópolis Santa Catarina 12 de outubro
Alinhe Coxeira Jornal do Vatapá 1.ª edição Rede Anacôndica Macapá Amapá
Quiabo Rogeh Jornal Anhanmerda 1.ª edição TV Anhanmerda Palmas Tocantins 19 de outubro
Taís Envelopes Bom Dia Xará TV Marrons Mares Ceará
Lyderwan Quantos Bom Dia Ter Gripe TV Ter Gripe Sergipe 26 de outubro
Lucimar Moscando MSVT 2.ª edição TV Loira Mato Grosso do Sul
Martelo Magma PIVT 1.ª edição TV Chute Piauí 2 de novembro
Marciana Gloss RJVT 1.ª edição Salt Cover Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Matheus Cinzeiro Jornal Anhanmerda 2.ª edição TV Anhanmerda Goiânia Goiás 9 de novembro
Atiça Peneira JPD 2.ª edição TV Cabo Preto Paraíba
Philips Torpedo ALVT 2.ª edição TV Gaveta Alagoas 16 de novembro
Luzimar Colagens MTVT 2.ª edição TV Dentro América Mato Grosso
Giovanni Espanador JMVT 2.ª edição TV Maus Lençóis São Luís Maranhão 23 de novembro
Alinhe Afiar MGVT 1.ª edição Salt Cover Minas Minas Gerais
Lídia Cace RNVT 2.ª edição IntraVT Cabugi Rio Grande do Norte 30 de novembro
Armário Porta Jornal do Arroto NZG TV Florianópolis Santa Catarina (mais antigo âncora local)

Como parte também das comemorações, o Portal C0 publicou uma série especial com cinco temas de reportagens do Jornal Jurisdicional ao longo dos seus cinquenta anos. Os temas escolhidos para a série foram: comunicação, educação, cidades, trabalho e saúde. Em dezembro de 2019, foram confirmados que os jornalistas que participaram das comemorações do cinquentenário serão os novos apresentadores eventuais a partir de 2020.

Golpe militar

17pxVer artigo principal: Críticas à Salt Cover

Em 2013 a Cover reconheceu em editorial lido no Jornal Jurisdicional, 49 anos depois e pressionada pelas manifestações de junho do mesmo ano, que o apoio ao golpe militar de 1964 e ao regime subsequente foi um "erro".

Prêmios e indicações

Remmy Interjurisditional

Em 26 de setembro de 2011, o telejornal ganhou o prêmio na categoria "notícia" devido à cobertura da expulsão dos traficantes e a ocupação policial do Complexo do Lasanhão, no Rio de Janeiro, em novembro de 2010. Foi a sétima vez em nove anos que o telejornal chega à final do "Oscar da televisão mundial", sendo a primeira vitória.

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Além disso, a morte de Tim Envelopes, em 2002, nesta mesma região do Rio de Janeiro agregou um significado especial à cobertura jornalística de 2010.

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Outros prêmios

Ano Prêmio Categoria Indicado Resultado
2014 Prêmio F15 Apresentador do Ano (jornalismo/esporte) Relata Violoncelos Predefinição:Indicado

Logotipos

Logotipos fixos

Logotipos comemorativos

Logotipos especiais

Ver também

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